O Sindjus e o Coletivo Acolhe participaram, nesta terça-feira (01/04), de reunião com a Comissão Permanente de Acessibilidade e Inclusão (CPAI) do Tribunal de Justiça (TJRS) para apresentar o Coletivo, criado no fim de 2024, com o propósito de promover a inclusão de pessoas com deficiência (PCDs) e familiares atípicos, fortalecendo a luta anticapacitista, atuando na defesa dos direitos a e somando esforços para a construção de um ambiente de trabalho mais acessível.
Durante o encontro, a CPAI apresentou o plano de ação para o período, o cronograma de atividades em andamento e o andamento dos requerimentos relacionados às necessidades dos servidores PCDs.
A integrante do Coletivo Acolhe, Cris Mazuhy, avaliou a reunião de forma muito positiva: “Se abre um canal de diálogo, onde a gente pode pensar soluções e ajudar a construir efetivamente ambientes mais acessíveis – não só arquitetônicos, como atitudinais, de comunicação e culturais”, apontou, destacando que a acessibilidade universal é uma questão cultural e engloba vários aspectos que precisam ser entendidos como um todo dentro da instituição.
Nos próximos dias, o Coletivo Acolhe Sindjus vai formalizar uma série de sugestões e reivindicações recebidas pela base em relação ao tema, assim como encaminhar à Administração do TJRS a solicitação de participação de integrante do Sindjus na CPAI.
Coletivo Acolhe Sindjus
O Acolhe Sindjus – Coletivo de Pessoas com Deficiência e Familiares Atípicos foi criado em dezembro de 2024 com a proposta de atuar de forma propositiva, indo além da fiscalização, para também pensar e construir soluções conjuntas com a Administração do TJRS.O Coletivo seguirá atuando para ampliar essa luta dentro do Sindicato, no Tribunal e na sociedade, para e garantir direitos e avanços para as trabalhadoras e trabalhadores do Judiciário PCDs e familiares atípicos.
Representaram o Sindjus no encontro os integrantes do Coletivo Acolhe: Cris Mazuhy, Maíz Junqueira, Emanuel Dall’Bello e Fabiano Zalazar.